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CGC – CÓDIGO GRUPAL DE COSMOÉTICA               

                                                                                                                             VERSÃO 30/03/2018

  1. Autodisponibilidade. Realizar os compromissos assumidos, contribuindo para
    a sinergia dos trabalhos grupais, de modo cooperativo.
  2. Estabelecer prazos exequíveis para as tarefas e responsa­bilizar-se pela sua realização dentro dos prazos combinados, reforçando a orga­nização grupal.
  3. Ter proatividade para o engajamento nas atividades institucio­nais, ao modo de profilaxia do autoengano quanto ao pseudovoluntariado.
  4. Comunicar e esclarecer os voluntários, e consultores sobre as atividades programadas, visando ao autocomprometimento interassistencial de todos, utilizando todos os canais de comunicação disponíveis.
  5. Criar ambiente propício à liberdade de expressão, à escuta ativa e ao convívio grupal sadio, tanto nas questões pesquisísticas quanto so­ciais.
  6. Qualificação. Capacitar, de modo constante, os voluntários e pesquisadores sobre as práticas assistenciais em Ectoplasmologia e Paracirurgia.
  7. Sigilo pensênico. Zelar pelo sigilo e higiene pensênica das informações verbais e/ou escritas sobre as pessoas participantes das atividades da instituição.
  8. Pautar todas as pesquisas em evidências e fundamentações que assegurem o princípio da descrença, evitando as abordagens místicas, apriorísticas, mantendo a audácia e curiosidade científicas.
  9. Desenvolver, de modo contínuo, metodologias e tecnologias para aperfeiçoar a pesquisa em ectoplasmia e a Interassistenciologia Técnica.
  10. Pesquisas fidedignas. Pesquisar com intencionalidade cosmoética, imparciali­dade, transparência e exaustividade focando a produtividade tarística interas­sistencial.
  11. Paciência pesquisística. Desenvolver o comportamento científico com foco na metodologia, de maneira a eliminar o ansiosismo, as dispersões e as precipi­tações, compreendendo o ritmo natural das investigações paracientíficas e dos trabalhos grupais, com continuísmo nos auto e heteroesforços.
  12. Produtividade científica. Priorizar a rotina de produção científica, organizando a escrita dos achados pesquisísticos, com a finalidade de identificar, esclarecer e divulgar as verpons e
  13. Disseminação. Divulgar as pesquisas em ectoplasmia, as metas e os resultados obtidos, a fim de esclarecer e desmitificar as práticas ectoplásmicas e paraci­rúrgicas, sob a ótica do paradigma consciencial.
  14. Publicação. Publicar gescons grafopensênicas individuais e grupais, favorecen­do o completismo na tares.
  15. Cooperação. Ter postura cooperativa prática nas interrelações conscienciais, favorecendo ações integradas na CCCI e Socin.