NOSSO CGC

O que é Código Grupal de Cosmoética – CGC?

O código grupal de Cosmoética é a compilação sistemática ou o conjunto de normas de retidão, ortopensenidade e comportamento grupal policármico do mais alto grau moral, criado e seguido pelo grupo de consciências mais lúcidas, em qualquer dimensão existencial.

Cláusulas (atualização em 04/10/2015): 

  1. Autodisponibilidade. Realizar os compromissos assumidos, contribuindo para a sinergia dos trabalhos grupais, de modo cooperativo.
  2. Comprometimento. Estabelecer prazos exequíveis para as tarefas e responsabilizar-se pela sua realização dentro dos prazos combinados, reforçando a organização grupal.
  3. Comunicabilidade. Comunicar e esclarecer os voluntários, e consul­tores sobre as atividades programadas, visando ao autocomprome­timento interassistencial de todos, utilizando os canais de comuni­cação disponíveis.
  4. Convivialidade. Criar ambiente propício à liberdade de expressão, à escuta ativa e ao convívio grupal sadio.
  5. Cooperação. Ter postura cooperativa prática nas interrelações conscienciais, favorecendo ações integradas na CCCI e Socin.
  6. Desafio. Desenvolver, de modo contínuo, ferramentas metodoló­gicas e tecnológicas visando aperfeiçoar a pesquisa em ectoplasmia e a Interassistenciologia Técnica.
  7. Descrenciologia. Pautar todas as pesquisas em evidências e funda­mentações que assegurem o princípio da descrença, evitando as abordagens místicas, apriorísticas, mantendo a audácia e curiosi­dade científicas.
  8. Disseminação. Divulgar as pesquisas em ectoplasmia, as metas e os resultados obtidos, a fim de esclarecer e desmitificar as práticas ectoplásmicas e paracirúrgicas, sob a ótica do paradigma consci­encial.
  9. Paciência pesquisística. Desenvolver o comportamento científico com foco na metodologia, de maneira a eliminar o ansiosismo, as dispersões e as precipitações, compreendendo o ritmo natural das investigações paracientíficas e dos trabalhos grupais, com conti­nuísmo nos auto e heteroesforços.
  10. Pesquisas fidedignas. Pesquisar com intencionalidade cosmoética, imparciali­dade, transparência e exaustividade focando a produti­vidade tarística interassistencial.
  11. Proatividade. Ter proatividade para o engajamento nas atividades institucionais, ao modo de profilaxia do autoengano quanto ao pseudovoluntariado.
  12. Produtividade científica. Priorizar a rotina de produção científica, organizando a escrita dos achados pesquisísticos, com a finalidade de identificar, esclarecer e divulgar as neoverpons.
  13. Publicação. Publicar gescons grafopensênicas individuais e grupais, favorecendo o completismo na tares.
  14. Qualificação. Capacitar, de modo constante, os voluntários e pes­quisadores sobre as práticas assistenciais em Ectoplasmologia e Paracirurgia.
  15. Sigilo pensênico. Zelar pelo sigilo e higiene pensênica das informações verbais e/ou escritas sobre as pessoas participantes das atividades da instituição.